quinta-feira, 16 de junho de 2011

Nestlé relança Kit Kat no Brasil

 
A Nestlé relança no Brasil o chocolate Kit Kat. O produto será importado da Europa e estará disponível a partir do dia 1º de julho na versão “Four Finger”, com quatro pequenas barras, somando 45 gramas. A novidade será vendida inicialmente nos pontos de venda da região Sul e nas lojas Walmart e Sam’s Club de todo país por R$ 2,50.
A iniciativa faz parte das ações da empresa para comemorar os 90 anos da Nestlé no país e os 75 anos do Kit Kat no mundo. O produto volta ao mercado brasileiro após 15 anos do primeiro lançamento, que decepcionou a empresa em relação às vendas. A decisão de relançar o chocolate tem o objetivo de atender a demanda dos consumidores, que pedem o produto por meio do SAC e pelas redes sociais.
 
 
 
No momento em que comemora 90 anos de Brasil, empresa presenteia consumidores, trazendo para o País seu chocolate mais vendido em todo o mundo.
São Paulo– O chocolate da Nestlé mais vendido em todo o mundo chegou ao Brasil. Atendendo aos pedidos dos consumidores, a Nestlé vai iniciar a venda de Kit Kat no mercado brasileiro a partir de 1º de julho. Inicialmente, o lançamento estará disponível nos pontos de venda da região Sul e nas lojas da rede Walmart e Sam’s Club em todo o País.
O produto chega às gôndolas no momento em que a Nestlé comemora 90 anos de Brasil e Kit Kat completa 75 anos de história no mercado internacional. Com o início das vendas, a Nestlé presenteia seus consumidores, trazendo para o Brasil uma das marcas mais pedidas pelo Serviço Nestlé ao Consumidor e pelas redes sociais nos últimos tempos.
A importação do produto será realizada diretamente da Europa. Desta forma, os consumidores brasileiros terão acesso ao mesmo Kit Kat comercializado atualmente nos aeroportos internacionais, que se tornaram um dos “souvenirs” mais disputados em viagens ao exterior. O lançamento estará disponível no Brasil inicialmente na versão “Four finger” (45g), formada por quatro pequenas barras, no tradicional sabor chocolate ao leite. O preço médio sugerido de cada item será R$ 2,50.
A Nestlé manterá no Brasil o conceito “Have a Break. Have a Kit Kat” (“Dê um Tempo. Coma um Kit Kat”, na tradução para o português), criado na década de 50, que convida o público a dar uma parada em qualquer momento do dia de maneira saborosa. Atualmente, a marca Kit Kat conta com mais de 3,8 milhões de fãs em sua página no Facebook e a legião cresce a cada dia.
Kit Kat é a perfeita combinação do chocolate ao leite com wafer crocante. Foi lançado originalmente em Londres, no Reino Unido, em 1935. Nas décadas seguintes, a marca ganhou rapidamente popularidade e hoje está presente em mais de 70 países ao redor do mundo.
Curiosidades: a cada cinco minutos, são produzidas unidades de Kit Kat suficientes para ultrapassar a altura da Torre Eiffel.
. Um ano de produção de Kit Kat seria suficiente para percorrer mais de 350 vezes toda a rede de metrô de Londres.
.Lançado em 1935, como Chocolate Crisp, Kit Kat teve seu nome inspirado pelo KitKat Club, um clube literário de Londres do século XVIII. Somente em 1937, o chocolate passou a adotar o nome pelo qual ficou mundialmente conhecido.
.O conceito “Have a Break, Have a Kit Kat” foi lançado oficialmente em 1958, com uma campanha para TV e veículos impressos. A ideia fez tanto sucesso que se tornou uma frase registrada, sendo utilizada até hoje em diferentes países.
Nestlé – É a maior empresa mundial de nutrição, saúde e bem-estar, com operações industriais em 83 países e marcas mundialmente consagradas. No Brasil, instalou a primeira fábrica em 1921, na cidade paulista de Araras, para a produção do leite condensado Milkmaid, que mais tarde seria conhecido como Leite Moça por milhões de consumidores. A atuação da Nestlé Brasil abrange segmentos de mercado achocolatados, biscoitos, cafés, cereais, cereais matinais, águas, chocolates, culinários, lácteos, refrigerados, sorvetes, nutrição infantil (fórmulas infantis, cereais infantis e papinhas prontas para o consumo), nutrição clínica e de performance, produtos à base de soja, alimentos para animais de estimação e serviços para empresas e profissionais da área de alimentação fora do lar. Atualmente, a rede de distribuição dos produtos cobre mais de 1.600 municípios dos mais diversos tamanhos. A Nestlé Brasil e suas empresas coligadas estão presentes em 98% dos lares brasileiros, segundo pesquisa realizada pela Kantar Worldpanel. A empresa tem 31 unidades industriais, localizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Espírito Santo. Emprega cerca de 19 mil colaboradores diretos e gera outros 220 mil empregos indiretos, que colaboram na fabricação, comercialização e distribuição de mais de 1.000 itens.

POR: Marcelo Dias

terça-feira, 14 de junho de 2011

Baú é vendido




O Magazine Luiza e a BF Utilidades assinaram na última sexta-feira, dia 10, um memorando de entendimentos para a aquisição do Baú da Felicidade. O negócio será fechado no dia 31 de julho e custou R$ 83 milhões. A iniciativa faz parte da estratégia da empresa de se fortalecer nos mercados onde atua, especialmente a Grande São Paulo.

A transação envolve 121 lojas da empresa do Grupo Silvio Santos, incluindo pontos de venda, escritórios, centros de distribuição, sistemas de informática e a base de clientes. Com a aquisição, o Magazine Luiza aumenta sua área de vendas em 46 mil metros quadrados, o que equivale a 11% do espaço atual.
A marca conta com expertise na compra de grandes redes. A primeira delas foi realizada em 1976, com a incorporação das Lojas Mercantil. A mais recente ocorreu em 2010, com a aquisição das Lojas Maia e a entrada na rede no Nordeste. A compra das Lojas do Baú é a 13ª do Magazine Luiza e contempla unidades localizadas no Paraná, São Paulo e Minas Gerais

Fonte: Mundo do Marketing
Por: Marcelo Dias

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Júri elogia nível criativo das peças


“Uma vitrine para os futuros profissionais”. Foi assim que o publicitário Frederico Parma definiu a Categoria Universitária do Prêmio Print de Criação Publicitária, cujo julgamento aconteceu nesta terça-feira, 31, na sede da Gráfica Print. Foram julgadas 14 peças, que contaram com 38 alunos na execução dos trabalhos.

Os jurados que participaram da escolha das peças foram Adelino Neto, da FCS Comunicação, Alexandre Arata, da Mercatto Comunicação, Frederico Parma, da ZF Comunicação, Laíza Carvalho, da Soul Propaganda e Rodrigo Canellas, da Invent. Na avaliação do presidente do júri, Frederico Parma, as peças deste ano estão melhores do que as da última edição. “O briefing proposto para este ano, que foi a acessibilidade, é excepcional e deu margem para que os alunos expusessem como visualizam o tema. Isto é muito importante, pois é uma realidade com a qual todos convivemos e que só há pouco tempo começamos a nos conscientizar mais sobre as dificuldades que os deficientes têm para sobreviver”, comentou Frederico.

Para Alexandre Arata, houve uma elevação no nível criativo das peças. “Nesta edição, os universitários se utilizaram mais da mídia como ferramenta criativa. Além disso, não se prenderam apenas ao conteúdo, também utilizaram formas em suas peças, o que tornou os trabalhos bem interessantes”, disse.

O Diretor Executivo do Sindicato das Agências de Propaganda de Mato Grosso, Marcos Magno, assistiu ao julgamento das peças dos universitários e elogiou a Gráfica Print pela iniciativa de incluir os universitários no Prêmio. “A iniciativa da Gráfica Print é louvável. É uma oportunidade para os acadêmicos de participar do processo produtivo e já dar início à carreira. É uma chance que os universitários não podem perder”, concluiu Marcos.

2º Arraiá sem Briefing

Cumpadres e cumadres da comunicação, vem aí um arraiá pra veículo nenhum botar defeito: 2º Arraiá Sem Briefing. Reserve seu traje caipira, prepare a animação e garanta seu ingresso com “comilança” e “bebilança” na “faxa”. A festança acontece dia 11 de junho e todo mundo tá convidado: publicitários de todas as agências, fornecedores, parceiros, clientes e até atendimentos (brincadeirinha! kkk).
Mais informações:
Célia – 8461-0399
Marcus Paulo 9206-0828
Marcos Vinícius 8402-5563.



POR:  Marcelo Dias
Texto: Marcos Paulo

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Época NEGÓCIOS conversou com o pioneiro no negócio de compras coletivas pela internet para entender melhor esse fenômeno

Andrew Mason, criador do Groupon, primeiro site de compras coletivas, criado há menos de dois anos e já próximo de faturar US$ 1 bilhão: o modelo americano bem-sucedido inspirou brasileiros a entrar na onda e já são mais de 20 os endereços que oferecem o serviço


Com apenas 29 anos e sem jamais ter estudado uma linha de programação, o americano Andrew Mason deverá protagonizar, nos próximos meses, um feito e tanto no mundo dos negócios. O Groupon, site de compras coletivas criado por ele há menos de dois anos, deve faturar US$ 1 bilhão em 2011. Se isso ocorrer (e tudo indica que sim), a empresa entrará para a história do mundo corporativo como a que mais rápido ultrapassou o primeiro bilhão – e com lucro. Marca semelhante só foi atingida pelo YouTube, que até hoje patina para encontrar uma forma de ser rentável.
A estratégia criada por Mason tira proveito de duas tendências do comportamento do internauta: 1) a pesquisa por barganhas e 2) a participação em redes sociais. O Groupon procura parceiros interessados em divulgar sua marca e que, para tal, se disponham a oferecer um produto ou serviço a um preço baixo. A oferta é anunciada durante 24 horas no site, por meio do qual também se faz a transação para a compra. A pegadinha, porém, é que o negócio só se concretiza se um número mínimo de pessoas, indicado no site, efetuar a compra. Um link que conecta o site com redes sociais como Twitter e Facebook faz com que cada oferta logo seja disseminada. O Groupon ganha uma comissão de 50% sobre o valor do produto vendido.
Desde a fundação já foram feitas mais de 12 milhões de transações nos 29 países onde atua, com vendas de US$ 500 milhões em 2010. “O grande apelo do nosso site é que todos ganham”, disse Mason a Época NEGÓCIOS. “Nós ganhamos a comissão, os clientes pagam menos pelo produto e os parceiros conseguem um retorno em larga escala para seus serviços ou produtos.”
O modelo bem-sucedido do Groupon desembarcou no Brasil no início deste ano, quando três jovens montaram o Peixe Urbano. Capitaneado pelo carioca Julio Vasconcelos, que deixou um emprego no Vale do Silício para montar o negócio, a empresa atingiu, no mês passado, a marca de 1 milhão de transações realizadas. “Vi esse movimento ocorrendo nos Estados Unidos e imaginei que tinha tudo para dar certo também no Brasil, já que o brasileiro gosta ainda mais de redes sociais que os americanos”, diz Vasconcelos.
Estima-se que pelo menos um novo site de compras coletivas surja a cada 15 dias no país. Começa a se repetir aqui o que ocorreu nos Estados Unidos, onde o Groupon tem hoje mais de 300 concorrentes. Esse crescimento explica-se pelo fato de o modelo de negócios ser de fácil aplicação. E o retorno é quase imediato. “Colocamos à venda uma diária de fim de semana em um chalé no interior de São Paulo. Cada cota custava R$ 80 e, em 24 horas, vendemos 7 mil tíquetes”, diz Vasconcelos.
Para o consumidor, sites desse tipo são vistos como serviços de compras. Para quem vende trata-se de um investimento em marketing, pois os sites são vistos como uma ferramenta eficiente para divulgar o estabelecimento, o produto ou um novo serviço. “É um investimento baixo. Se um restaurante quer fazer uma promoção para aumentar o fluxo nos horários em que está mais vazio, ele não precisa investir nada”, diz Pedro Guimarães, do Imperdível, presente em 28 cidades. “Queremos ter todos os tipos de negócio no nosso port¬fólio. Mas restaurante é o que de longe mais vende”, diz Daniel Funis, diretor executivo do braço brasileiro do Groupon.
Por unir o online ao serviço oferecido por um local físico, os sites possuem uma versão diferente para cada cidade. Um paulistano acessa as ofertas relativas a São Paulo, que são diferentes das do Rio de Janeiro. É daí que surge uma possível limitação para a expansão deste modelo de negócios. Não se sabe ainda se o formato pode ser replicado em cidades menores. Até agora, todos os sites estão em cidades com mais de 150 mil habitantes, onde o crescimento tem sido fulminante. “Tem dia que chega funcionário novo e falta computador para ele trabalhar”, diz Marcelo Macedo, presidente do ClickOn, que em três meses de criação já conta com uma equipe de 80 pessoas.
Quando a oferta não atinge o número mínimo de clientes, o dia é tido como perdido: o cliente não recebe o produto, o site não ganha a comissão e o estabelecimento não vende.


Por: Marcos Todeschini

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Skol Sensation 2011


Com o objetivo de promover a edição de 2011 do "Skol Sensation", que tem como tema central "Os Mistérios de Wonderland", a Skol lança o projeto "Twit Sound Skol Sensation"

É uma experiência musical que traz o desafio de reproduzir a música de um DJ famoso por meio de samples distribuídos pelo teclado e compor uma música. O projeto contou com a participação do produtor Dudu Marote, que desenvolveu os samples e foi o curador na escolha dos DJs. Além da participação de DJs renomados como Renato Cohen.
Inicialmente, é necessário descobrir a sequência da música que está dividida em 16 trechos. No Twitter, o internauta receberá dicas, sendo que após tuitar corretamente a sequência, é liberado o segundo passo da ação, que será a composição de uma música de própria autoria. Ao enviar a composição e postá-la no microblog, o usuário estará concorrendo a ingressos para pista, camarotes e para o fim de semana completo de entretenimento na Skol Sensation Weekend. O concurso cultural acontece até 10 de junho.

POR: Marcelo Dias